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Adriane Galisteu rejeitou fortuna em “relíquia” deixada por Senna

Por Elisângela Costa em 10/11/2025 12:51:55

A apresentadora Adriane Galisteu, que namorou Ayrton Senna entre 1993 e 1994, revelou quais são os bens materiais recebidos do piloto antes de sua morte, há mais de 30 anos, que ela guarda até hoje. Ela afirmou, ainda, que recebeu uma proposta para vender uma verdadeira “relíquia” por uma pequena fortuna, mas se negou a negociar, afirmando que o item tem um valor simbólico.

Presentes do amado

A famosa abriu o coração em entrevista e reforçou que, apesar de ser chamada de “interesseira” e “oportunista” por conta do seu relacionamento com Senna, não recebeu nenhum bem dele após a sua morte. Todos os itens que ela tem atualmente foram presentes do próprio atleta.

“Em termos de bens materiais, o que ficou para mim foi um Fiat Uno, esses óculos, que eu carrego para todo lugar e está em todas as fotos relacionadas ao Ayrton, uma escova de dentes e um pijama. Foi o que ele me deixou”, contou a apresentadora ao site Notícias da TV.

E é justamente o carro que ela ganhou do amado, um Fiat Uno Mille Electronic 1993, que se tornou objeto de desejo de colecionadores e fãs do piloto. Hoje avaliado em cerca de R$ 6 mil no mercado comum, o veículo virou uma verdadeira “relíquia”.

Símbolo de carinho

Segundo Adriane, o carro está “impecável” e raramente sai da garagem. Na entrevista, ela afirmou que recebeu uma oferta de R$ 200 mil por ele, mas se recusou a vendê-lo. A famosa explicou que o carro simboliza o carinho e a simplicidade do casal.

“Era o sonho de qualquer menina da minha época, que era de classe média baixa”, lembrou Adriane Galisteu, que ganhou o veículo pouco antes do trágico acidente em Ímola que matou Ayrton Senna. “Para mim, era um carro muito inalcançável. Ele ficou me olhando e disse: ‘Que carro você quer?'”, relembrou ela.

No documentário Meu Ayrton, da HBO Max, Galisteu ressaltou que não acessou dinheiro algum após a morte do piloto: “Tinha um cartão do Banco Nacional, era uma conta que ele abriu para mim. Aí eu liguei e não tinha mais o cartão. Ficou por isso mesmo. Pensava: ‘Ah, esse dinheiro nunca foi meu, né?’.”


Fonte: Metrópoles


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