Vítimas da Chacina- Reprodução
A polícia já está trabalhando com objetivo de esclarecer a chacina ocorrida nesta quinta-feira (15), no povoado Lagoa dos Porcos, na zona rural da cidade de Estrela de Alagoas. Quatro homens e uma mulher foram mortos a facadas. As vítimas foram identificadas: José Rodrigues Machado Filho, de 73 anos; Lice Souza da Silva, de 53 anos; João José da Silva, de 56 anos; José Carlos da Silva, de 53 anos e Maria Elizete do Carmo, de 56 anos.
Conforme relatos feitos à polícia, as cinco vítimas estavam ingerindo bebidas alcoólicas na residência - junto com outra mulher. O companheiro desta outra mulher teria ido até o imóvel e, mesmo sua esposa não estando mais no local, praticou o crime motivado por ciúmes. Ele fugiu em uma motocicleta.
De acordo com as informações colhidas no local pela reportagem, a residência onde a chacina ocorreu funcionava como uma espécie de cassino clandestino. Além disso, três das cinco vítimas estavam dormindo no momento do crime.
Depoimentos
Duas pessoas prestaram depoimento ontem: a esposa do suspeito e a enteada dele. De acordo com a Polícia Civil, o homem, identificado como Cícero (Cicinho) teria enviado dois recados ameaçadores, sendo um deles por escrito para a enteada. ( veja entrevista dos delegados ao final da matéria).
Maria Elizete, uma das vítimas, era cunhada do suspeito. Ele e a esposa, que saiu da casa antes do crime acontecer, se relacionavam há 12 anos.
Testemunha
A Secretaria de Estado da Segurança Pública de Alagoas (SSP-AL), informou, através de nota, que uma testemunha foi conduzida à delegacia para prestar depoimento. Porém, o fato de a testemunha estar “bastante embriagada” teria dificultado, no momento, o avanço das investigações.
A SSP-AL informou ainda que, até o momento, não há indícios de envolvimento com tráfico de drogas, organizações criminosas. O crime é tratado como um caso isolado.
As vítimas, quatro homens e uma mulher, foram encontradas em três cômodos distintos da casa: dois quartos e a sala, e foram mortas a facadas. A Polícia Cientifica e o Instituto Médico Legal (IML) enviaram equipes ao local.
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