Dona Ruth está sendo duramente criticadas nas redes sociais após a notícia de que teria exigido metade da indenização pelo acidente aéreo que vitimou Marília Mendonça e outras quatro pessoas. Revoltados com a situação, internautas “invadiram” o perfil da influenciadora e se manifestaram sobre o caso.
“Exigiu 50% do seguro coagindo a família das vítimas, negligenciou o tratamento do próprio neto, rifas… O que mais está por vir que ainda não sabemos Dona Demônia?”, quis saber um. “Nossa, exigir ficar com a maior parte do seguro é muito desumano…”, escreveu outra.
E as críticas não pararam: “Cada vez a história fica pior, triste pela Marília, por tudo que ela lutou e conquistou. O melhor para o Léo é ter o mínimo de contato com você, e que você pense nas suas atitudes”, postou uma terceira. “Devolve à família enlutada o que é deles. Toda Vida é valiosa aqui na terra e no céu. Para isso que Deus mandou seu único filho, Jesus Cristo, para morrer por nós, por amor a todos nós . Os que estavam com sua filha não são menos ou mais valiosos que ela. Com respeito de uma mãe que esta passando por luto 🤍”, disse mais uma.
Destino do dinheiro do acordo
A polêmica envolvendo o acordo que dona Ruth fez com as outras famílias das vítimas do acidente aéreo que matou Marília Mendonça e mais 4 pessoas em 2021 ainda está rendendo. Após a repercussão negativa do caso, o advogado da influenciadora, Robson Cunha, se manifestou. Ele confirmou tudo e revelou o destino do dinheiro.
“O caso foi tratado em juízo. O acordo foi realizado por todos os herdeiros e todo o valor do seguro, conforme demonstrado, foi depositado na conta bancária do Léo, herdeiro da Marília e lá permanece até hoje”, declarou, em conversa com o Metrópoles.
Em seguida, o especialista relatou: “O que ocorre é uma campanha para difamar a dona Ruth com mentiras, onde o único objetivo, já sabemos, é tentar criar uma opinião pública desfavorável a ela que a prejudique no processo de guarda. Isso, além de desprezível e desrespeitoso, diz muito sobre quem cria essas inverdades”.
Entenda o caso
Fonte: Metrópoles
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