Foto: Ascom/IFAL
Alunos do Instituto Federal de Alagoas (Ifal) – Campus Palmeira dos Índios - foram reconhecidos pela atuação na missão científica internacional Caça Asteroides 2025, promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em parceria com a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA). A equipe recebeu medalhas e camisas da campanha, enviadas pela Faculdade de Engenharia e Ciências da Universidade Estadual Paulista (UNESP), Campus de Guaratinguetá – uma das instituições que integram o grupo Cosmo Tupi, do qual o Ifal Palmeira dos Índios também faz parte.
A entrega dos materiais foi realizada como forma de valorização pelo desempenho da equipe na análise de imagens astronômicas e na identificação preliminar de um possível asteroide. A equipe do Ifal Palmeira dos Índios é coordenada pela professora de Física Jadilene Rodrigues Xavier, o grupo é formado por estudantes dos cursos de Engenharia Elétrica e Engenharia Civil:
Maria Clara Barbosa da Silva – Engenharia Elétrica
Wellington Rafael Gomes Costa – Engenharia Civil
Leonardo Lucas de Almeida Amorim – Engenharia Elétrica
Lucas Gonçalves Santos – Engenharia Elétrica
Gabriel Reynaldo de Cerqueira das Neves – Engenharia Elétrica
Wesley César da Silva Lima Torres – Engenharia Elétrica
Evelyn Gomes de Lima – Engenharia Civil
Kayo Murillo Costa de Farias – Engenharia Civil
Jandsson Arruda Pereira – Engenharia Civil
Levi Novais Sandes – Engenharia Civil
Durante a missão, os alunos utilizaram softwares específicos para analisar sequências de imagens captadas por telescópios internacionais, com o objetivo de rastrear objetos em movimento no céu profundo. A atividade resultou na detecção preliminar de um asteroide, atualmente em processo de validação pelo International Astronomical Search Collaboration (IASC).
O diretor-geral do campus, professor Roberto Fernandes, destacou a importância da participação da equipe:
“A participação dos nossos alunos nessa campanha internacional reforça a capacidade técnica e o compromisso científico que temos desenvolvido aqui no campus. Agradeço à professora Jadilene Rodrigues por liderar esse trabalho com tanto entusiasmo. Detectar um asteroide não é algo comum, é resultado de estudo, disciplina e muita dedicação da equipe.”
A campanha é coordenada no Brasil pelo MCTI, com apoio do Observatório Nacional e instituições parceiras. O programa permite que estudantes brasileiros contribuam com descobertas reais na área da astronomia, integrando educação e ciência de forma prática.
Se confirmada, a detecção feita pela equipe do Ifal Palmeira dos Índios poderá ser incluída em registros oficiais da comunidade científica internacional — e será creditada aos nomes dos participantes.
*Com Assessoria
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